História
O Arquipélago dos Açores, devido à sua situação geográfica, no meio do Atlântico Norte, entre a América e a Europa, foi desde sempre ponto de passagem de comércio marítimo e aéreo mundial.
Neste contexto, em meados do século XVIII, começam a passar pelos mares das ilhas as baleeiras americanas. Vinham à procura de reabastecimento e das baleias. Esta proximidade leva muitos açorianos a embarcarem como tripulantes nessas embarcações e a distinguirem-se como sendo “dos melhores baleeiros” (Herman Melville no seu livro Moby Dick). Posteriormente, estes reinventam e adaptam a caça às condições dos Açores. Avistam os cetáceos de terra e vão ao encontro destes em pequenos botes a remos e à vela. São guiados desde terra pelos vigias que todos os dias perscrutam o mar com a ajuda de binóculos em busca dos grandes animais. Durante século e meio, numa altura de grandes dificuldades para os açorianos, esta indústria teve um carácter económico fundamental nas suas vidas.
No final dos anos sessenta e setenta do século passado surge uma crescente preocupação com a defesa dos cetáceos. Os açorianos rapidamente integram os movimentos de protecção e convertem a sua indústria em ideais de esperança e salvaguarda do património natural da humanidade.
No início dos anos noventa começam a nascer empresas dedicadas ao Whale Watching, entre as quais, e a rasgar caminho pelo seu pioneirismo, a Futurismo Azores Whale Watching. Desde então, a empresa desenvolveu diversas actividades turísticas e científicas.
Presentemente, a Futurismo apresenta-se como uma das maiores empresas de Animação Turística dos Açores, oferecendo várias actividades de mar e de terra aos seus clientes.
Para além disso, participa em vários projectos científicos de identificação de cetáceos e estudo dos seus hábitos e deslocações, tendo para isso uma equipa de biólogos a trabalhar em investigação.



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